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CONSULTA OFTALMOLÓGICA

Um exame oftalmológico de rotina permite detectar precocemente as principais doenças oculares, que incapacitam crianças e adultos para a vida e o trabalho.

Inicialmente, é feita uma anamnese ( história clínica do paciente), a qual permite relacionar doenças gerais com a queixa visual, razão da consulta.

A seguir são examinadas as pálpebras, a conjuntiva e as vias lacrimais.

A seguir é feito exame de fundo de olho do paciente com o oftalmoscópio, o qual permite verificar se o paciente tem escavações glaucomatosas, diabetes, hispertensão, etc.

A refração, etapa seguinte do exame, permite determinar o grau dos óculos, inclusive em crianças. Com a lâmpada de fenda, o oftalmologista pode diagnosticar a catarata e outras doenças dos olhos. A medida da pressão intraocular é importante para o diagnóstico precoce do glaucoma.


EXAMES OFTALMOLÓGICOS

  • REFRAÇÃO
  • TONOMETRIA ( PRESSÃO INTRA- OCULAR)
  • FUNDOSCOPIA ( FUNDO DE OLHO)
  • BIOMICROSCOPIA
  • TESTE DO OLHINHO OU TESTE DO REFLEXO VERMELHO
  • ECOBIOMETRIA
  • PAQUIMETRIA
  • CERATOMETRIA COMPUTADORIZADA
  • TESTE DE ISHIHARA

CIRURGIA DE CATARATA

O nome técnico da cirurgia é facectomia e consiste na retirada do cristalino opaco e sua substituição por uma lente artificial (Lente Intra-Ocular) . O cristalino é a lente natural do olho que sofre alterações com a idade ,após traumas oculares ou alguns casos de uveíte.
A cirurgia é realizada com anestesia local com colírio em centro cirúrgico. O paciente fica volta para a casa no mesmo dia. A técnica mais utilizada é a facoemulsificação que consiste na “destruição” da catarata (emulsificada e aspirada). Essa técnica possibilita a realização de toda a cirurgia através de uma incisão muito pequena na córnea (2 mm), permitindo a cicatrização rápida, melhores resultados e maior conforto para o paciente.
É importante alertar que todos teremos catarata, o que não significa que o diagnóstico seja sinônimo de cirurgia. A boa avaliação clínica e o grau de dificuldade visual gerada pela catarata irão determinar o melhor momento para a cirurgia.

CIRURGIA DE PTERÍGIO

O pterígio é uma degenerescência da conjuntiva límbica que cresce sobre a superfície da córnea em direção à pupila. Por esta razão, muitas vezes, os doentes referem-se ao pterígio como uma espécie de “carne crescida nos olhos” ou simplesmente, “carne nos olhos”.
 A cirurgia consiste na remoção ou exérese do pterígio, popularmente “raspagem”. É realizada sob anestesia local em centro cirúrgico.
Na cirurgia de pterígio o tempo de recuperação e repouso é curto, podendo os doentes retomarem o trabalho ou atividades normais alguns dias após a operação.

CIRURGIA DE ESTRABISMO


Desequilíbrio na função dos músculos oculares, fazendo com que os olhos não fiquem paralelos. No estrabismo, enquanto um dos olhos olha em frente, o outro está desviado.

Seis músculos em cada olho controlam os movimentos dos olhos. Para focalizarmos ambos os olhos em um objeto, todos os músculos de cada olho devem estar “balanceados” e trabalhando harmoniosamente. O cérebro controla estes músculos através de impulsos nervosos. Assim, doenças que afetam o cérebro, como paralisia cerebral, Síndrome de Down, hidrocefalia, prematuridade, viroses, traumas e tumores cranianos são acompanhadas freqüentemente de estrabismo.



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